
Joaquim Oliveira, um dos fundadores do Grupo Desportivo do Viso, é a personalidade desta quinzena no Canto Curto.
Fã dos Beatles, Joaquim Oliveira fez o primeiro jogo de hóquei em 1971, sem nunca ter realizado qualquer treino. Alguns anos depois, em 1975, fundou o Viso, e até hoje ganhou, como jogador e treinador, tudo o que havia para ganhar a nível nacional.
O adversário de eleição é o vizinho Ramaldense, e o jogo da sua vida passou-se no campo da Constituição, contra o Futebol Clube do Porto, em meados da década de 70. O melhor golo da carreira foi marcado ao União de Lamas, no antigo campo de Vila Nova da Telha, e ver as selecções nacionais a competirem nos Jogos Olímpicos é um dos sonhos que alimenta.
Conhece o perfil de Joaquim Oliveira.
Recordamos que esta rubrica inicia um novo ciclo, com a adição de seis perguntas, a saber: "filme preferido", "banda preferida", "jogador de hóquei preferido", "adversário mais díficil", "melhor jogo da carreira" e "melhor golo da carreira".
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Nome: Joaquim Oliveira Data de nascimento e Signo: 17/01/1953, Capricórnio Profissão: Reformado Filme preferido: Não tenho preferência. Existem muitos. Banda preferida: The Beatles Clube: Grupo Desportivo do Viso Função na modalidade: Fui um dos fundadores do GD Viso, director, praticante e treinador. Actualmente faço parte da secção de hóquei. |
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O que mais o atrai na modalidade: É muito difícil de explicar, dada a grande evolução que a modalidade tem realizado. No entanto, há um pormenor que sempre me fascinou que é a regra de apenas se poder jogar a bola com um lado do stick. Entendo que esta regra, para além da sua beleza, comparando com o hóquei em patins é muito mais difícil de executar. Também queria realçar o amadorismo desta modalidade, embora actualmente não seja como no meu tempo de atleta, que para jogar tinha que comprar, praticamente, todo o equipamento. Prefere Campo ou Sala: Prefiro Campo, até porque raramente pratiquei Sala. Jogador(a) de Hóquei preferido(a): A nível internacional Bovelander, que tive o privilégio de o ver jogar nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992. A nível nacional, embora existam e sempre existiram bons jogadores, tenho de destacar três. No tempo em que fui atleta, destaco o Paulo Sereno, do GD Viso. Enquanto treinador destaco o Pedro Oliveira do GD Viso, embora seja suspeito nesta escolha pois, como sabem, é meu filho, e também o Hugo Gonçalves da Académica de Espinho, por quem tenho uma grande admiração. |
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Melhor golo da carreira: Foi em Vila Nova da Telha, na altura era o nosso campo, contra o Lamas. Quase em cima da linha, ainda hoje não sei se cruzei ou stickei, o certo é que fiz um bom golo. Melhor momento no Hóquei: Felizmente tive muitos porque, quer como jogador quer como treinador, ganhei tudo o que havia para ganhar. No entanto, salientou dois: como jogador, foi a conquista do primeiro campeonato nacional de hóquei em campo na época 1990/1991; como treinador foi o 3º lugar conseguido na Taça dos Vencedores das Taças realizada em Bratislava, Eslováquia, em 1994, e que nessa altura julgo ter sido a melhor classificação de sempre em provas oficiais que um clube português alcançou a nível internacional. |
- gostava que houvesse cada mais praticantes. Para isso era necessário, entre várias iniciativas, ir junto das escolas promover a modalidade e, quem sabe, haver uma disciplina própria. Entendo que a Federação terá um papel fundamental nesta matéria;
- também gostava que houvesse por parte de todos os agentes desportivos, respeito e disciplina. É evidente que não posso deixar de enaltecer a enorme melhoria que hoje em dia se verifica, principalmente se compararmos com tempos antigos. No entanto, parece-me que podemos e devemos melhorar cada vez mais;
- gostava também de um dia poder ter o prazer e orgulho de ver as nossas selecções nacionais participarem nos Jogos Olímpicos.
Superstição ou ritual que tenha no Hóquei: Não tenho.
