
Carlos Sá, jogador da Académica de Espinho, é a personalidade desta quinzena no Canto Curto.
Entrou na modalidade por influência de um tio, e o que mais o atrai no hóquei é o amadorismo e o convívio entre os atletas e pessoas relacionadas com a modalidade. O carismático jogador da Académica de Espinho diz-nos que o jogador que mais admira é um colega da própria equipa, e por isso não revela o seu nome. Teve vários momentos altos na modalidade, destacando entre estes o europeu de hóquei de sala realizado em Venlo, Holanda, onde a Académica de Espinho foi vice-campeã europeia.
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Nome: Carlos Fernando da Rocha Sá e Santos Data de nascimento e Signo: 18/04/1973, Carneiro Profissão: Técnico de Laboratório de Metrologia Clube: Associação Académica de Espinho (AAE) Função na modalidade: Atleta |
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O que mais o atrai na modalidade: O amadorismo (realçar que os atletas gostam de sentir o peso das responsabilidades dos seus clubes e da selecção) e o convívio entre os atletas e pessoas relacionadas com o hóquei. Prefere Campo ou Sala: Não tenho preferência, gosto de jogar as duas variantes. Jogador(a) de Hóquei preferido(a): O jogador que sempre admirei joga comigo, por isso não me devo expressar. Melhor momento no Hóquei: Tive muitos, mas posso realçar uma competição em que a AAE realizou em Venlo, na Holanda (ndr. a AAE foi vice-campeã europeia nesta prova de hóquei de sala da divisão C, no ano 2001), que sentimos a expressão que é sentida nos grandes palcos da modalidade (só quem esteve lá é que sabe o que essas pessoas sentem). Maior sonho para o Hóquei: O sonho de quase todos os academistas: conseguir ter um campo de relva sintética no nosso clube. Superstição ou ritual que tenha no Hóquei: Não tenho. |