
José Pedro Sarmento, Presidente da Federação Portuguesa de Hóquei, é a primeira personalidade desta época no Canto Curto.
Entrou na modalidade para honrar o seu avô, antigo praticante, e o que o mais atrai na modalidade é a complexidade do jogo. Prefere o Campo ao Sala, que nunca jogou e com o qual teve o primeiro contacto na Holanda durante um curso de treinadores, e elege como melhor momento na modalidade o festejo de um golo, já no final da carreira, com a Raquel (esposa) e a Mariana (filha mais velha) na bancada.
O dirigente não tem jogadores preferidos, pois não avalia jogadores mas pessoas, e deseja que a modalidade seja tão importante para todos os jovens que a ela se ligam, como foi na construção da sua personalidade, principalmente por o ter tornado mais preparado para lutar naquilo em que acredita.
Conhece o perfil de José Pedro Sarmento.
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Nome: José Pedro Sarmento de Rebocho Lopes Data de nascimento e Signo: 10/05/1957, Touro Profissão: Professor Universitário Clube: Estrela e Vigorosa Sport e Clube de Futebol União de Lamas Função na modalidade: Jogador, Treinador e Dirigente |
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Como se interessou pela modalidade: Depois da morte do meu avô, que foi jogador de Hóquei, decidi honrar a sua memória praticando a sua modalidade. O que mais o atrai na modalidade: A complexidade do jogo. Além disso, depois de conhecer a cultura do jogo em termos internacionais fiquei agarrado ao fair-play e ao seu espírito de jogo familiar e para toda a vida do atleta. Prefere Campo ou Sala: Conheci o Sala na Holanda num curso de treinadores, mas nunca joguei, gosto de ver, mas o Campo foi a minha disciplina. Jogador(a) de Hóquei preferido(a): Nunca gostei de me guiar por ídolos, no desporto tudo está em constante mutação e a procura pela superação não permite comparações, procuro sempre ser surpreendido, parto para cada dia com ilusão que será o melhor de sempre. Por outro lado, a minha forma de ver o desporto, dificulta uma análise restrita do jogador ou jogadora, eu vejo pessoas, que por vezes se equipam e jogam, mas continuam acima de tudo a ser pessoas integrais. Por isso não avalio jogadores, mas sim pessoas. Melhor momento no Hóquei: Quando recebi o convite para esta rubrica de imediato tive receio de responder a esta pergunta. Acho que ainda não tive o “Grande Momento” no Hóquei. Nunca ganhei nada de verdadeiramente importante, mas já cantei o hino como treinador, ganhei um Torneio em Espanha como jogador, mas a melhor recordação corresponde ao festejo da marcação de um golo, já no final da carreira, com a Raquel e a Mariana na bancada. |
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Maior sonho para o Hóquei: Que ele seja tão importante para todos os jovens que a ele se ligam, como foi na construção da minha personalidade, principalmente por me ter tornado mais preparado para lutar naquilo que acredito, mesmo quando à minha volta tudo parecia remar no sentido contrário, perdi o medo, aprendi a respeitar os adversário e companheiros e descobri a força que existe em todos nós e a necessidade de a saber utilizar “corretamente”.
Superstição ou ritual que tenha no Hóquei: O Hóquei acompanhou a minha juventude e a entrada na idade adulta, fui crescendo e amadurecendo, aprendi o peso do simbólico e a ele me fui ligando quando sentia mais necessidade. Ainda hoje nos momentos importantes procuro o apoio de algumas crenças e mitos, simples e complexos. Mas não de forma rígida e definitiva.

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