
Armindo Vasconcelos, ex-dirigente da Federação Portuguesa de Hóquei, Associação de Hóquei do Porto, e Clube Sportivo Nun'Álvares, é a personalidade desta quinzena no Canto Curto.
O interesse pela modalidade começou no "velhinho campo da Constituição" como diz, e apesar de preferir a variante do Campo, foi o Sala que o foi conquistando ao longo dos anos. Assume que Jorge Almeida, José Catarino e Mário Almeida foram/são os seus jogadores de hóquei preferidos, e ainda fala de uma cassete de música que ajudou o Clube Sportivo Nun'Álvares a sagrar-se campeão de Juvenis.
Conhece então o perfil de Armindo Vasconcelos.
Nome: Armindo Sampaio de Vasconcelos
Data de nascimento e Signo: 24-02-1951, Peixes
Profissão: Aposentado
Clube: Futebol Clube do Porto e Club Sportivo Nun’Álvares
|
Como se interessou pela modalidade: Frequentando o velhinho campo da Constituição e, posteriormente, através de colaboração desportiva para diversos órgãos de comunicação social (O Primeiro de Janeiro, JN, Jornal “O Porto”, O Jogo, A Bola…). O que mais o atrai na modalidade: Uma forma diferente de estar no desporto e porque se trata de uma modalidade que privilegia a praxia: o engenho e coordenação (jogar só com um lado do stick), a perfeição (todos os gestos técnicos mal executados são penalizados) e o convívio. Prefere Campo ou Sala: Prefiro o “Campo”. Mas, dada a práxis do jogo em Portugal e as condições para a sua prática, o “Sala” tornou-se mais atractivo e foi-me conquistando ao longo dos tempos, a ponto de me terem acusado por mais de uma vez de proteger a vertente “indoor”.
|
![]() |
![]() |
Melhor momento no Hóquei: Inequivocamente, dois: a medalha de prata em seniores e a de oiro em sub-21, respectivamente no “Rosa Mota” e em Copenhaga. Era, por essa altura, o vice-presidente responsável pelas selecções, e essas medalhas guardo-as com particular orgulho. Maior sonho para o Hóquei: Começando pela utopia, os Jogos Olímpicos; passando ao sonho, o Complexo Desportivo da FPH, que esteve a um passo de ver a luz do dia em Matosinhos. O que eu desejo, numa perspectiva difícil, mas não impossível, sobretudo na variante “indoor”: as selecções masculinas de “Sala” no primeiro escalão europeu; as selecções femininas, no segundo escalão; os clubes portugueses a disputarem com regularidade o “Trophy”. E, “the last but not the least”, o regresso do Nun’Álvares ao convívio hoquista. Superstição ou ritual que tenha no Hóquei: Hoje, não tenho. Vejo hóquei apenas por prazer e para rever velhos amigos, sem imperativos de competição. Mas confesso que, como responsável do hóquei no Club Sportivo Nun’Álvares, havia uma célebre cassete de música que acompanhou todas as deslocações da equipa em determinada época, e que todos acreditavam que dava sorte. E deu! Fomos campeões de Juvenis, em Cascais, no último ano em que a modalidade foi praticada neste clube. |