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"Canto Curto" com Sidónio Nobre

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Sidónio Nobre, dirigente do Clube Futebol Benfica, é a personalidade desta quinzena no Canto Curto. Entrou na modalidade em 1972, a convite do amigo Luís Andrade, diz que prefere Campo ao Sala, e destaca como grandes momentos da carreira hoquista o título nacional e a Taça de Portugal conquistados em 1978/1979, e os vários títulos ganhos pela formação ao longo dos anos.

Tem como sonho a participação num Europeu de Clubes, e revela que tem como superstição o facto de gostar que a primeira jogada de perigo seja sempre na área adversária, como sinónimo de um bom palpite quanto ao desfecho do jogo.

Conhece então o perfil de Sidónio Nobre.

Nome: Sidónio José de Matos Nobre

Data de nascimento e Signo: 5/12/1955, Sagitário

Profissão: Técnico de Telecomunicações

Clube: Clube Futebol Benfica

Função na modalidade: Dirigente

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Como se interessou pela modalidade: Em 1972, a convite de um amigo, Luís Andrade, iniciando-me com 16 anos nos Juniores do CF Benfica.

O que mais o atrai na modalidade: É um desporto diferente e principalmente quando bem jogado não fica atrás de qualquer outro. Depois é a amizade e o convívio que são muito importantes, mas de qualquer forma, por vezes dou por mim a questionar-me, face a tantas irregularidades e dualidade de critérios que têm acontecido ao longo de todos estes anos qual a razão porque ainda aqui ando, mas acabo sempre por continuar, principalmente por amor ao Clube, à modalidade e por acreditar que as coisas hão-de melhorar.

Prefere Campo ou Sala: Claramente Campo, acho até que a o Hóquei de Sala deveria ir no máximo até aos sub-18.
Jogador(a) de Hóquei preferido(a): No passado, Rogério F. Ramos e Carlos Silva, no presente, Nuno Peixoto, Rogério Teixeira, Rogério P. Ramos, Rui Graça e Pedro Sousa.

Melhor momento na carreira Hoquista: Enquanto atleta sénior, o titulo Nacional e a Taça de Portugal de 1978/1979, enquanto treinador e dirigente os vários títulos nacionais na formação, em especial os ganhos em Alcochete na época 2006/2007 e em S. João da Madeira na época 2007/2008, ambos na sala, principalmente pelo elevado grau de dificuldade que tiveram.

Maior sonho na carreira Hoquista: Participar no campeonato da Europa de clubes, situação que já podia ter acontecido em 1978/1979, se na secretaria não nos tentassem tirar o título.

Superstição ou ritual que tenha no Hóquei: Num jogo, gosto que a primeira situação de perigo seja na área adversária.
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