Luís Barros, líder do Clube Amador de Mirandela (CAMIR), é a personalidade desta quinzena no Canto Curto. Entrou na modalidade por curiosidade, como jogador, e apesar de ter começado pelo Sala, prefere o Campo pela liberdade criativa que dá à equipa. Elege os títulos conquistados pelo CAMIR como um dos vários momentos altos da carreira, tendo mesmo como maior sonho ver o clube competir em todos os escalões. Quanto à superstição, não há treino ou jogo em que não entre com o pé direito no recinto de competição.
Conheça então o perfil de Luís Barros.
Nome: Luís Miguel Couto Belinha Barros
Data de nascimento e Signo: 24/07/1979, Leão
Profissão: Assistente Administrativo
Clube: Clube Amador de Mirandela
Função na modalidade: Seccionista, dirigente e treinador.
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Como se interessou pela modalidade: Por curiosidade. Como não era muito bom para jogar futebol e o CFU de Lamas tinha começado com a formação, resolvi experimentar e fiquei. O que mais o atrai na modalidade: A sua evolução constante e o facto de ter duas variantes do bastante distintas uma da outra. Prefere Campo ou Sala: Apesar de ter começado pelo Sala, prefiro o Campo pela liberdade criativa que dá à equipa e em particular aos jogadores. Jogador(a) de Hóquei preferido(a): Teun de Nooijer e Luciana Aymar. |
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Melhor momento na carreira Hoquista: Como jogador, ter entrado para a equipa Sénior quando ainda era Juvenil. Como treinador, a Fase Final de Juvenis em Perosinho (ndr. em 2006), apesar dos resultados, foi a minha estreia como treinador e da equipa masculina do Clube Amador de Mirandela em competições fora de Mirandela, isto, claro, sem esquecer todos os títulos do Clube Amador. Maior sonho na carreira Hoquista: Ver o Clube Amador de Mirandela a competir em todas as provas e com todos os escalões, pois significava que o trabalho tinha sido bem feito e que o Clube estava auto-sustentado, talvez esse seja o maior sonho da minha carreira. Superstição ou ritual que tenha no Hóquei: Entrar sempre com o pé direito no recinto. |
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