
O "Canto Curto" desta quinzena é com Tiago Marques, o atleta que traz o Viso no coração. Entrou na modalidade devido à vontade que teve de seguir as pisadas do pai, e não admite jogar com outro número que não o 9.
O seu maior sonho é representar Portugal nuns Jogos Olímpicos, e José Catarino, Sérgio Moreira e Bruno Oliveira são as suas referências no Hóquei nacional. Quanto à preferência entre Campo e Sala, e apesar de admitir que o Sala é "bastante importante na evolução de um jogador", a preferência recai claramente sobre o Campo.Conheça então o perfil de Tiago Marques.
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Nome: Tiago Emanuel Araújo Marques Clube: Clube de Futebol União de Lamas Função na modalidade: Jogador Como se interessou pela modalidade: O meu pai era jogador mas o que me fez interessar pela modalidade foi conhecer todos os que faziam parte do clube onde o meu pai jogava. Por formarem um grupo fantástico e pelo facto de os acompanhar, principalmente nas competições europeias, fiquei com vontade de seguir as pisadas do meu pai e assim foi. O que mais o atrai na modalidade: A dificuldade inerente à coordenação entre «stick» e membros para além de todas as outras variantes que dificultam ainda mais o jogo. As exigências físicas, técnicas e tácticas são outros dos atractivos. Prefere Campo ou Sala: Campo, sem qualquer tipo de dúvida. Ainda assim, a vertente de sala é bastante importante na evolução de um jogador, nomeadamente a nível técnico. Jogador(a) de Hóquei preferido(a): O meu pai, obviamente, foi sempre a minha principal referência quer dentro como fora de campo. Para além dele, tive também como referências o José Catarino, Sérgio Moreira e o Buca (Bruno Oliveira) a nível nacional. A nível internacional os incontornáveis Teun de Nooijer e Taeke Taekema e Santi Freixa. Melhor momento na carreira Hoquista: Os dias em que vesti a camisola do GD Viso e todas as vezes em que representei Portugal. Maior sonho na carreira Hoquista: Representar Portugal nos Jogos Olímpicos e voltar a jogar pelo GD Viso. Superstição ou ritual que tenha no Hóquei: Não tenho assim nenhum ritual mas não jogo com outro número que não o 9. Este ano foi a excepção, com dois noves. |