​EM BUSCA DA FINAL NO EUROPEU DE PARAHÓQUEI

EM BUSCA DA FINAL
NO EUROPEU DE PARAHÓQUEI
 
A Federação Europeia imaginou para a competição de ParaHóquei dois dias gémeos para a competição (seis jogos em cada um dos dias para cada escalão de desenvolvimento), sendo que o primeiro - hoje - não conta para a classificação, apenas para um eventual reescalonamento dos grupos que vão apurar os finalistas, constituindo assim uma espécie de cool day com benefícios.
 
Num grupo de desenvolvimento de topo, com a Itália, Holanda e Bélgica, Portugal encarou com o espírito perfeito este primeiro dia, privilegiando o desenvolvimento do espírito de equipa e sem que as referências estejam pressionadas a resolver, nos momentos mais difíceis, o jogo, levando a equipa às costas se for necessário.
 
Os nossos jogadores empataram com a Holanda (que tem aqui equipas em todos os escalões) a uma bola e perderam na primeira aproximação à Itália (2-0), com os golos a serem sofridos nos últimos instantes da partida, mas depois de um grande jogo de ambos os contendores, que entusiasmou a assistência do campo número um, um dos últimos pisos de novíssima geração instalado há bem pouco no complexo do Royal Victory, equipa que foi treinada por Bernardo Fernandes na época passada e onde pontua ainda o nosso Tiago Ventosa. A finalizar a jornada da manhã, goleámos - 8-0 - a Bélgica, que cedeu, para a tarde, o seu lugar na “elite” à Alemanha, mas sem acréscimo de qualidade.
 
Em quase repetição da dose matutina, Portugal iniciou a tarde contra a Holanda e venceu (4-0), perdeu 3-0 com a Itália, a besta negra dos nossos rapazes, e goleou - 9-0 - a Alemanha.
 
Amanhã, será a doer e o objetivo é a final, previsivelmente contra a Itália, sem dúvida a seleção que divide connosco os louros dos últimos anos e cujos jogos entre nós são os que melhor definem as qualidades intrínsecas da elite do ParaHóquei europeu.

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